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Corpo: Expressão da Alma
A mente humana, incentivada pelo desejo de ser vista, gera adoecimentos, esses sendo tanto desequilíbrios mentais, quanto físicos, os quais são conhecidos como doenças psicossomáticas. Interiormente, todas elas têm como núcleo a carência, essa que é suscitada pelo rancor. Quando o indivíduo mantém consigo mágoas em relação ao outro, sobretudo de familiares e cônjuges ou companheiros amorosos, ele desenvolve uma enfermidade relacionada com esse contexto vivido para, dessa forma, culpabilizar o outro pela mesma, visto que julga que esse seja o seu algoz. Essa é a maneira encontrada inconscientemente para, de certa forma, vingar-se e conseguir para si atenção pronunciando por meio da patologia: "Veja o que fizeste comigo! O responsável por eu estar nesse estado é você!".

Cada órgão tem vínculo com um dos sete vórtices energéticos que igualmente estão relacionados com os campos existenciais, os quais são: comunicação/expressão, emoções, espiritualidade, sentimentos, sexualidade e sobrevivência. Quando qualquer um desses chacras fica obstruído a absorção de energia vital é comprometida e, por conseguinte, o órgão ligado à ele fica abatido em algum nível, esse que depende da intensidade do bloqueio, isto é, do trauma.

Conquanto, cabe salientar que tal processo é expressamente inconsciente, não sendo, assim, algo elaborado racionalmente. 

Verdadeiramente, quando refletimos sobre tudo isso, podemos perceber que estamos deveras equivocados, visto que o outro não é culpado por nada que acontece conosco, isso uma vez que somos os únicos responsáveis por aquilo que acontece em nossas vidas. Se o indivíduo é subjugado pelo consorte, por exemplo, isso advém da permissão do mesmo, bem como a exploração no emprego origina-se da aceitação desta por parte do indivíduo. Nada podem lhe fazer sem que haja a vossa permissão, sendo assim, a responsabilidade é do interno e não do externo, uma vez que foi permitido a ocorrência de determinada situação. Isso é o que chamamos de discrepância cognitiva, um rijo confronto interno que mina todo o campo energético do indivíduo.

Por fim, nota-se que o medo está por trás das cortinas deste sofrimento e o mesmo é responsável por qualquer situação dolorosa que os indivíduos consentem em viver. Medo de não ser aprovado pelos pais, medo de ficar só, medo da miséria, medo das pessoas e da vida, em si. O medo é o mestre de qualquer tormento - ele gera todos os males, esses sendo tanto pessoais, quanto grupais -, bem como o amor procria a alegria. Essas duas vertentes andam em sentidos opostos e geram destinos divergentes. Todos nós temos livre arbítrio de escolher entre ambos. Assim, é nosso dever e direito fazer essa escolha e receber com aceitação os frutos provenientes da mesma.

Com muito AMOR e o coração transbordando em gratidão, 

Paula Trentini